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Entrada seta Actividades seta 2014-2011 seta Oficina de Trabalho Nº 8: Orientalismo Português

Oficina de Trabalho Nº 8: Orientalismo Português
"O Orientalismo dos ensaístas portugueses de Oitocentos - O exemplo do tratamento filosófico do Budismo"
Rui Lopo (Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa)
Data: 24 de Outubro de 2012; 18h-20h
Local: FLUL, sala 5.2

Sinopse

Partindo da afirmação de Adeodato Barreto (Margão, 1905 – Coimbra, 1937) segundo a qual: [O Budismo constitui] movimento de ideias que, pela universalidade e profundeza dos seus efeitos, só encontra rivais no Cristianismo e na Revolução Francesa, procuraremos efetuar um panorama geral daquilo que designamos como “orientalismo filosófico português”: isto é, o modo pelo qual, no europeiamente colonial século XIX e inícios do XX, o Extremo Oriente foi representado como uma categoria filosófica, atentando especialmente ao modo como os ensaístas portugueses de escopo filosófico encararam os fenómenos religiosos designados como hindu e budista, e como tal consideração contribuiu decisivamente para a constituição de propostas originais no âmbito da filosofia da religião, num contexto (sócio-histórico e teorético) de relativização do cristianismo e de re-consideração filosófica do primado da ideia de universalidade sobre a particular assunção de si como singularidade autocentrada, autossubsistente e autojustificada, segundo tentames tão diversificados como foram o projeto de comparação entre helenismo e budismo de Vasconcelos Abreu e Latino Coelho; o positivismo académico e matizado de Teófilo Braga; o esforço filológico-etnográfico de Silva Mendes; o budismo coroado por um helenismo de Antero de Quental, afim da identificação – em clave poética e filosófica – desta tradição com uma forma de pessimismo e niilismo (no contexto das reflexões sobre o mal do século), assim como as suas construções neobudistas (no que é secundado por Oliveira Martins). Breve referência será ainda efetuada ao peso do Oriente nas obras de História Universal de finais de oitocentos (Consiglieri Pedroso, Alberto Pimentel), assim como aos primeiros trabalhos de psicologia do fenómeno religioso (Sousa Martins, Manuel Laranjeira, José Magalhães).







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